Dezembro 14 2010

 

Na raquete humilde e transparente

Que utilizo, em modesta dimensão

Nesses jogos, nunca fico indiferente

Se por maldade, se repete humilhação

 

Sem dons sagrados, mas julgo que sou gente

Com sentimentos e direito à indignação

Nas raquetadas que em cadência frequente

Sempre com bolas, carregadas de maldição

 

Não comprendo tão grande o desespero

A fomentar, tanto ódio e maldizer

Sou monstro, tão mau, que ouvir não quero

Tanta afronta, tão dificil de esquecer

 

Será que por não ter dom, eu não mereço

O silêncio, ou mesmo o esquecimento

Sou condenado, num sumário sem recurso

 

Nessa setença, que é sagrada e não tem preço

Oriunda das Santas leis, do Firmamento

Por ousadia, na invasão de outro percurso ???

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 21:18

Com paciência e sem temor
Vai jogando lentamente
Indiferente ao rancor
De gente mostra que sente

Não te importes com afrontas
matem-te firme no teu viver
Deixa que a verdade desponte.
E faz sempre o que deves fazer.

Beijos
Manu
Existe um Olhar a 14 de Dezembro de 2010 às 23:52

mais sobre mim
Dezembro 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
15
16
18

19
21
22
24
25

26
27
29
31


pesquisar
 
blogs SAPO