Dezembro 17 2010

 Aquele Rio, que em corrente natural

Sem a loucura de invenção de mensagens

Oprimido nesse "DOM" "Nobre" e "Real"

De que se auto-proclamam as suas margens

 

Até por Ele pode correr água estagnada

De flores atribuidas, ao seu caudal inculto

Cheio de sucata e da idéia estafada

No ódio, arremessado em margem de insulto

 

É de Brechtt,... este olhar de verdade

Das margens opressoras que estrangulam os rios

Com "Egos" embriagados, de tanta vaidade

Nos reles instintos, de vingança tão frios

 

 

As águas  passam, mas o Rio permanece

Resiste ao desgaste, por tanta voragem

Dos temporais ao longo da vida

 

Na violência que marca e jamais esquece

Da opressão do papel dessa margem

Em acção permanente, de cabeça perdida

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 13:36

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