Dezembro 28 2010

 

Das Letras sou artesão

Na minha Forja pequena

Reciclo Letras à mão

Tento metê-las em Cena

 

Nas frases gastas que uso

São algumas empenadas

Não aguentam parafuso

Por tanto serem usadas

 

Assim frases remendadas

De letras, tortas, partidas

São por vezes criticadas

Com frases,"Nobres"sabidas

 

Tantas letras aleijadas

Que uso nesta jangada

Com aparência tão fraca

 

Ainda assim apedrejadas

Na forja deram entrada

Numa ambulância e de Maca

publicado por severino às 12:18

Que a letra não fique torta
Como as pedras da calçada
Sendo a escrita marota
Que seja o conteúdo leve
Pouco importando quem lê
Se sou eu, ou se é outro
Ou apenas vossemecê
DyDa/Flordeliz a 29 de Dezembro de 2010 às 01:28

Mas...Flordeliz,

Era bom que fosse assim
Cada um no seu raminho
De piorno ou de alecrim
Cada um no seu cantinho

Por vezes não se consente
Por teimosia e vaidade
Que a forma de ser diferente
Se aceite com humildade

Os "Dons" que muito respeito
Que sempre gritam, grandeza
Por engano ou por defeito
São bem sinal de fraqueza

Um abraço
j/severino
severino a 29 de Dezembro de 2010 às 11:56

Olá!
As frases não me parecem "aleijadas" uma vez que "conjugam" com mestria as frases e os versos.

Desejo um Bom Ano 2011.

Bia
Bia a 29 de Dezembro de 2010 às 18:38

Bem haja pela sua visita
Tenho andado um pouca arredado deste espaço, por isso não a tenho visitado.

Retribuo os desejoe de Bom Ano Novo, que a felicidade esteja consigo .
A menina do Mar bem o merece
Um abraço
J/severino
severino a 29 de Dezembro de 2010 às 19:27

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