Dezembro 30 2010

 

Só tenho letras usadas

Nos saldos que frequento

As novas sâo muito caras

Não nasci rico...lamento

 

Sem dom, banal e sem arte

Com lixo de letras mortas

Nos saldos em toda a parte

Só lido com frases tortas

 

Tenho uma Jangada cheia

São tantas, talvez de mais

Tenho os retalhos na areia

As restantes... são banais

 

 

Em charco de água estagnada

E nos Rios em turbulência

Com textos, velhos, s/respaldos

 

Sem "aurea" e já condenada

Por tão reles existência

Que é resultante dos saldos

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 09:51

Severino:
Apenas uma pasagem para ler a sua poesia e aproveitar para lhe desejar um novo ano cheio de saúde e paz.
Já seria bom, não?
Há de ser!
Abraço
Marta M
Marta M a 30 de Dezembro de 2010 às 20:30

Olá Marta

Bom ? isso é o que sempre desejamos.
Agradeço e retribuo, com muita saude e felicidades.

Tenho andado um pouco arredado deste espaço, só esporádicamente escrevo e comento.
Um abraço
J/severino
severino a 30 de Dezembro de 2010 às 22:59

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