Janeiro 12 2011

 

Esse dedo acusador

Em riste, sempre apontado

Na cara do servidor

Devia ser meditado

 

Quase sempre, em teimosia

Essa "razão", não lhe assiste

Em loucura  de utopia

Só Ele julga... e resiste

 

Basta olhá-lo, de frente

E aceitar-lhe o conselho

Por norma ele nunca mente

Na cabal função do espelho

 

Na imagem destorcida

Colhida, mas com defeito

Muitas vezes se permite,

 

Apontar, quando é colhida

A outrém, porque dá jeito

Sempre em forma de palpite 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 22:42

Meu Amigo
Quem aponta um dedo a outro decerto não repara que aponta 4 a si próprio. E quase sempre com razão.
Um abraço
rodrigando a 13 de Janeiro de 2011 às 03:12

Lógico, intuitivo e racional, assim é, Adélia!

Um abraço fraterno
J/severino
severino a 14 de Janeiro de 2011 às 12:20

meu amigo
apontar o dedo ja por si e feio
quando mais nao teem razao,pior ainda
e nao se atira a primeira pedra,todos temos telg«hados de vidro
abraço e bom fds...esta quase!
luadoceu a 13 de Janeiro de 2011 às 16:06

Concordância total!
Bom fim de semana, para a Carla, menina e papá.
Um abraço
J/severino
severino a 14 de Janeiro de 2011 às 12:23

mais sobre mim
Janeiro 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
11
13
15

16
18
19
20
22

23
24
25
26
29

30
31


pesquisar
 
blogs SAPO