Fevereiro 08 2011

 

Um verso, sem sentimento e humildade

Avarento, em que se perde a serenidade

E se converte, em espinho de maldição

Que nem ao menos, concede dignidade

Quando condena, prepotente e sem razão

Com tiques de grandeza e de vaidade

Que não hesita em agitar e deitar mão?

 

Que Alma existe sem virtude, na "Nobreza"

Em conceder em todo o verso, a existência

Com continuados apupos de avareza

Numa auto-proclamada inteligência

Não será so por si,... uma Pobreza???

 

 

Não raro ver, "Tanto eu", tão proclamado

Por quem se intitula guiado por Divindade

Em persistência, no seu gesto de humilhar

 

Campeã de "tantos eus" por metro quadrado

Não perdoando a outros, pequenos de verdade

Será ânsia doentia, no  desejo de amordaçar ???

 

 

...Ou dom sagrado!!!

 

 

 

publicado por severino às 21:19

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