Fevereiro 13 2011

 

O que me pareceu Brisa, é um Furacão

Onde vi veludo, surgiram os espinhos

Da "suave" Montanha, surgiu um vulcão

Num "Paraiso" onde não há Santinhos

 

 

Pareceu Primavera, é rigoroso Inverno

Em fúrias grosseiras nos Vendavais 

Afinal de contas, entrei num Inferno

Em cujas sentenças só vejo Punhais

 

 

Falar de "Magia" com essa postura

Só pode ser negra, que sempre predura

Em seu redor, onde tudo enlameia

 

Só pode ser fruto da extrema loucura

Desse seu mal, em doença sem cura

A colher tempestades de ventos que semeia

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 13:33

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