Fevereiro 20 2011

Larguei do porto de abrigo

Terminada a tempestade

Com temporal não consigo

Navegar com liberdade

 

Das nuvens negras de então

Só restam no horizonte

Farrapos, soltos a monte

Que por certo, voltarão

 

Os "Deuses" dos temporais

Muitas vezes de improviso

Em ondas, contra os murais

Não nos dar qualquer aviso

 

 

Navego com terra à vista

Nesta jangada "batida"

Dessa tão forte tormenta

 

Num sonho dessa conquista

Deste meu estilo de vida

Que só um ingénuo, alimenta

 

 

publicado por severino às 10:38

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