Novembro 20 2010

 

 

Alguém tremeu que por vingança

Este Sol fosse impedido de brilhar

Julgam que lhe pertence por herança

Impedindo tudo e todos de sonhar

 

O banal e humilde não tem razão de ser

Bem pode estar submergido na escuridão,

Incomodam imenso, e fazem aborrecer

Os Deuses do Sol, com fundada razão

 

Jamais esta aventura poderá continuar

Sem respeito pela "cultura superior"

São "Magos Seres" a quem devem respeitar

Nas histórias tristes que escrevem sem valor

 

Assim a senteça poderá ser editada

Já que a Deusa do Sol se embriagou

Com tanto talento e redubrado orgulho

 

Esta pobre trupe, barbuda e estropiada

Que a "nobre" gente sempre envergonhou

Tem seu lugar próprio no lixo e no entulho

 

 

 

 

 

publicado por severino às 22:52

Muito bonita a sua mensagem para quem a souber ler nas entrelinhas. Talvez a Deusa do Sol não esteja zangada, talvez esteja no tempo de chegar a chuva de que a terra também precisa, para se renovar.
Mas tem razão, a Terra tem sido muito mal tratada pelo homem... e reclama a sua fúria. A Deusa do Sol,ou de outra divindade qualquer merecem o nosso respeito.
Já fomos à Lua... temos sondas em Marte, enfim achamos que somos donos do Universo. Mas somos criaturas humanas, tão pequeninas face à sua imensidão.
Bom fim de semana.
Maria
meu querido outono a 21 de Novembro de 2010 às 13:41

Tem destinatário!!!
Obrigado pela visita
Boa semana
j/severino
severino a 22 de Novembro de 2010 às 00:26

Severino:
Neste seu poema encontro um estado de alma algo desiludido com a situação que vivemos e compreendo sua apreensão .
Aguardo que esta crise, como outras antes, encontre a solução possível e viável eque nós, passados por este e outros transes, alteremos alguns percursos .
Ou todos se tivermos coragem para isso...
Tenho um mimo para si no meu blog.
Boa semana
Marta M
Marta M a 21 de Novembro de 2010 às 22:34

Obrigado pela visita.
Já me justifiquei. Certo ?
Mais uma vez boa semana
J/severino
severino a 22 de Novembro de 2010 às 00:21

Que o Sol nunca nos impeça de brilhar, como bravos guerreiros que somos dos poemas e das palavras.
Que o nosso grito ecoe e nunca , mas nunca se calem as vozes dos que com garra perseguem os seus ideais.
Bravo Severino!

Beijos
Manu
Existe um Olhar a 21 de Novembro de 2010 às 23:26

Tenho dito!
Um abraço
J/severino
severino a 22 de Novembro de 2010 às 00:24

Hoje as palavras são gritos de rebelião
Num anoitecer que ficou mais entusiasmado
Com um recado ainda a ser decifrado

Pedi aos Deuses ajuda, mas foi conversa fiada
Não pretendiam descer dos seus pedestais
Trabalhando na solução de acabar com a charada
Ou convertendo-se em um comum dos mortais

Grunhiram alto, fizeram grande atroada
Não sei se é chuva ou me mandaram um trovão
E foi assim que desisti de entender
Quem é a trupe que provocou a confusão


Saudações com votos de boa semana

DyDa/Flordeliz a 22 de Novembro de 2010 às 01:10

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