Novembro 23 2010

Tanta estranheza persiste

Num Arco Íris cheio de côr

Atrás de alguém que está triste

Há um Rosário de Amor

 

È assim nos temporais

Um ponto final aparece

Tantas cores desiguais

Têm o condão de uma prece

 

Segue-se um tempo de acalmia

Que é por Ele anunciado

Calmo cheio de fantasia

De um temporal que é passado

 

Num Alguém que em Solidão

Tem um Arco Iris de Amor

Muitas vezes prisioneiro

 

Num apelo ao coração

Alcança todo o explendor

Num elam de Amor primeiro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 10:58

Por aqui já se sente a acalmia de um coração que sente, de esperança renovada, de um arco-íris de felicidade.
Gostei!
Beijos
Manu
Existe um Olhar a 23 de Novembro de 2010 às 13:39

Olá Manu

A saga... continua!...nem sei bem como irei desistir.

Um abraço
j/severino
severino a 24 de Novembro de 2010 às 22:58

Olá Severino!
Um belo poema, com a beleza e cores do arco-íris...
Um abraço
Rosinda
Rosinda a 23 de Novembro de 2010 às 15:36

O Arco Iris foi apenas uma ilusão óptica, há firmamentos a preto e branco e esses, não fantasiam!!!
...É o caso!
m abraço amigo
severino a 24 de Novembro de 2010 às 23:04

Amigo concede atenção
Amansou a tempestade
Mal o Sol se deixe enxergar
Agradece-lhe de coração

As cores ficaram lavadas
O céu ficou de um belo azul
As vontades foram renovadas

Não sei se foi de um rosário
O alívio para esta dor
Se precisou de santuário
Para ser apenas dádiva de amor

No arco-celeste há cor
De uma formosura infinita
Que predomine o fervor
Nessa narrativa escrita

Abraço
DyDa/Flordeliz a 24 de Novembro de 2010 às 00:28

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