Dezembro 09 2010

 

Na loucura que alimentas

Consumida na vaidade

Nesses fantasmas, inventas

Mentiras, pra ti verdades

 

As pragas de maldição

Que proclamas, dia a dia

São bem prova da razão

Dessa grande hipocrisia

 

Muitas vezes nas grandezas

De alguém que as proclama

Estão em parte umas fraquezas

Creditando,  ância de fama

 

 

Sou gota, nos oceanos

Sem espaço, nem pedestal

Das tempestades ausente

 

Nem nunca inventei planos

Da grandeza, sem igual

Que é um dom da "nobre" gente

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 21:39



Meu caro Severino
Mas que grande irritação
Se ventos sopram tão fortes
Não tarda sai um furacão

Amigo, a época apregoa conciliação
Num versejar que se quer salutar
Façamos um esforço conjunto
E terminar com esta exaltação

Não é censura que faço
Ao que está a escrever
Era apenas o meu gosto
De que escreva sem ferver

Mas se ainda tem de ralhar
Amigo nada o deve impedir
Se alguém o quer importunar
Tem mais que é que intervir

Meter foice em seara alheia
Pode não dar boa colheita
Ainda levo com o restolho
Mesmo no centro de um olho

Não quero ficar à Benfica
Eu gosto, é do Belenenses
Mas na falta de equipa
Fico-me pelos Tirsenses

Bom fim de semana
Espero ter-lhe arrancado um
Beijinho
DyDa/Flordeliz a 10 de Dezembro de 2010 às 01:20

Olá Dida-Flordeliz

É humilde esta jangada
Mas está sob temporal
Alguém a quer afundada
Nesta quadra de Natal

Já tenho um monstro embarcado
numa setença do norte
Mas não fico perturbado
Com pragas vindas da "Corte

Bom domingo

Um abraço
J/severino
J/severino
severino a 11 de Dezembro de 2010 às 18:58

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