Dezembro 09 2010

 

Na loucura que alimentas

Consumida na vaidade

Nesses fantasmas, inventas

Mentiras, pra ti verdades

 

As pragas de maldição

Que proclamas, dia a dia

São bem prova da razão

Dessa grande hipocrisia

 

Muitas vezes nas grandezas

De alguém que as proclama

Estão em parte umas fraquezas

Creditando,  ância de fama

 

 

Sou gota, nos oceanos

Sem espaço, nem pedestal

Das tempestades ausente

 

Nem nunca inventei planos

Da grandeza, sem igual

Que é um dom da "nobre" gente

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 21:39

Olá Severino!
Meu amigo, é como diz a Flor
Em alegre versejar...
Numa altura de amor
Com Natal quase a chegar,
Vamos esquecer o estupôr
Que assim o faz falar.
Que essas "nobres" criaturas
são uma valente treta,
Eles engolem farturas...
E nós engolimos a chupeta!

Um abraço

Rosinda
Rosinda a 10 de Dezembro de 2010 às 14:14

ehehehehe

Amigo Severino a nossa Rosinda, é mulher de belos versos, além de sentido de humor.

Abraço para os dois e bom reto de fim-de-semana

ahahahah
*reto não era bem o que pretendia dizer
era mais o que resta dele.
DyDa/Flordeliz a 11 de Dezembro de 2010 às 19:08

Olá amiga

Creia que há muita maldade
Se há alguém que não suporta
Quem tenta impôr-se por vaidade
Não passa da sepa torta

É mais que certo o ditado:
"Quando o teu trabalho falar por Ti....Não o interrompas!

Não estou zangado, apenas utilizo o direito de resposta!
Um braço e bom domingo
J/severino

severino a 11 de Dezembro de 2010 às 19:18

Olá sempre, sempre fiel amiga Rosinda, não sei como mas a minha resposta ao seu comentário, ficou depois do último da Flor.
Bom resto de domingo e um abraço
J/severino
severino a 12 de Dezembro de 2010 às 15:00

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