Maio 26 2010

Por vezes na escuridão

E no silêncio da Ria

Invade-me a solidão

Deixa-me a alma vazia

 

Sou um pouco, como o vento

Quando abandono a Jangada

Tripulando o pensameno

Sempre sem hora marcada

 

Muitas vezes para  Norte

Quase sempre contra o vento

Carregando, um pouco à sorte

As saudades que sustento

 

Por vezes ocupo o espaço

Sem primeiro, bater à porta

Por vezes em hora morta

Por abuso,... nunca o faço

 

Apenas por amizade

Que a vida assim partilhada

É tarefa aliviada

Pra quem vive de saudade

 

É por isso que aqui expresso

De perdão, o meu pedido

Onde não houve intenção

 

Castigo que não mereço

só por um mal entendido

lhe assistiria razão !

 

 

Ao/as amigo/as aquele abraço!... e obrigado pelo convivio !

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 10:23

Comecei por este blog... gostei do nome "jangada da saudade" Baloiçamos tantas vezes num mar de recordações e saudade... Gostei do que li e li muito pouco. Deu para entender que por detrás desta escrita onde o sonho se cruza ainda no fim da estrada, existe um homem com histórias de vida para partilhar e ensinar.
Quero voltar e se me permite vou adicioná-lo.
Um abraço
Rosinda a 2 de Junho de 2010 às 12:56

De
 
Nome

Url

Email

Guardar Dados?

Ainda não tem um Blog no SAPO? Crie já um. É grátis.

Comentário

Máximo de 4300 caracteres



Copiar caracteres

 



mais sobre mim
Maio 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

19
20
21

23
25
27
28
29

30
31


pesquisar
 
subscrever feeds
blogs SAPO