Maio 26 2010

Por vezes na escuridão

E no silêncio da Ria

Invade-me a solidão

Deixa-me a alma vazia

 

Sou um pouco, como o vento

Quando abandono a Jangada

Tripulando o pensameno

Sempre sem hora marcada

 

Muitas vezes para  Norte

Quase sempre contra o vento

Carregando, um pouco à sorte

As saudades que sustento

 

Por vezes ocupo o espaço

Sem primeiro, bater à porta

Por vezes em hora morta

Por abuso,... nunca o faço

 

Apenas por amizade

Que a vida assim partilhada

É tarefa aliviada

Pra quem vive de saudade

 

É por isso que aqui expresso

De perdão, o meu pedido

Onde não houve intenção

 

Castigo que não mereço

só por um mal entendido

lhe assistiria razão !

 

 

Ao/as amigo/as aquele abraço!... e obrigado pelo convivio !

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 10:23

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