Janeiro 10 2011

No alto de um "Pedestal"

Num grito de "indignação"

Do seu ego "intelectual"

Que exibe, à exaustão

 

Parece contaminada

Por virose resistente

De humildade esgotada

Em arrogância demente

 

Toupeira,no seu Buraco

Que gera no seu celeiro

Peste,que serve a pataco

Noite a dia, a tempo inteiro

 

Os genes de que é Formado

O seu "brilhante" imaginario

Em raiva de convulções

 

Em estilo, desesperado

Em pragas tão ordinário

Tem prontas as soluções

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 22:41

Janeiro 10 2011

Mergulhado numa ausência

Sem rumo, quase perdido

Dei por fim essa experiência

Desse ensaio sugerido

 

Perdi o Rumo à Jangada

Meio cego quase ofuscado

Por tanta Luz emanada

De um ego auto-dourado

 

Sempre um ar de prepotência

Em prática e dessa maneira

De arrogância desmedida

 

São sinais dessa aparência

Compostos dessa cegueira

Que aos demais è sugerida

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 11:38

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