Janeiro 12 2011

 

Esse dedo acusador

Em riste, sempre apontado

Na cara do servidor

Devia ser meditado

 

Quase sempre, em teimosia

Essa "razão", não lhe assiste

Em loucura  de utopia

Só Ele julga... e resiste

 

Basta olhá-lo, de frente

E aceitar-lhe o conselho

Por norma ele nunca mente

Na cabal função do espelho

 

Na imagem destorcida

Colhida, mas com defeito

Muitas vezes se permite,

 

Apontar, quando é colhida

A outrém, porque dá jeito

Sempre em forma de palpite 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 22:42

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