Julho 16 2010

Nos tempos que o tempo tem

Há muitos que não conheço

Assim quando me convem

A tempo... desapareço

 

Mas se esse tempo me agrada

E domino  os sentimentos

Regresso em força à jangada

Utilizando os "três tempos"

 

Folheando nos meus tempos

No tempo que a vida passa

Vejo que o tempo sem graça

Está preso de movimentos

 

No tempo dos desalentos

Neste livro ali bem perto

Está há tempos no deserto

Sem tempo para lamentos

 

Dos tempos esta mistura

Nenhum deles é igual

Daí aquela figura

Deste grande temporal

 

 

 

 

publicado por severino às 13:20

Tudo bem! O Tempo é tempo,
Merece o nosso respeito
E toda a nossa atenção...
Mas dizer-vos que lamento
Quando ele voa como o vento...
Isso eu não lamento, não! :)

Abraço gde!
Maria João Brito de Sousa a 19 de Julho de 2010 às 10:46

Não adianta...


Ainda que o leve o vento
Bem longe para o passado
Invade-me o Pensamento
Trás Tempo de todo o lado.

Saudações Cordiais
j/severino
severino a 20 de Julho de 2010 às 10:59

Se, na verdade, esse tempo,
Teimando em ser o mais forte,
Nunca se deixa esquecer,
Pode tentar, como eu tento
Fazer do tempo o seu Norte
E usá-lo pr`aprender...

Não gosto de dar conselhos,
Nem de propôr soluções;
Cada um sabe de si,
Mas, não querendo ficar velhos
Não vamos dar-lhe razões
Pr`a ele se rir, como ri!

Um abraço! :)

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