Julho 16 2010

Nos tempos que o tempo tem

Há muitos que não conheço

Assim quando me convem

A tempo... desapareço

 

Mas se esse tempo me agrada

E domino  os sentimentos

Regresso em força à jangada

Utilizando os "três tempos"

 

Folheando nos meus tempos

No tempo que a vida passa

Vejo que o tempo sem graça

Está preso de movimentos

 

No tempo dos desalentos

Neste livro ali bem perto

Está há tempos no deserto

Sem tempo para lamentos

 

Dos tempos esta mistura

Nenhum deles é igual

Daí aquela figura

Deste grande temporal

 

 

 

 

publicado por severino às 13:20

Mil vezes uma jangada
Do que um paquete, bem sei!
Também eu, quando cansada,
Me faço ao mar do que herdei...

Sou, contudo, friorenta
E, se pudesse escolher,
Rumaria, `inda que lenta,
A um outro Verão qualquer

Afinal é bem possível
Que seja fruto do tempo
Este ventinho terrível
Que, a mim, me rouba o alento...

Todos dizem ter calor
E eu, sempre a tiritar,
Tenho frio... e o pior
É que o Verão está a acabar...


Abraço :)

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