Julho 16 2010

Nos tempos que o tempo tem

Há muitos que não conheço

Assim quando me convem

A tempo... desapareço

 

Mas se esse tempo me agrada

E domino  os sentimentos

Regresso em força à jangada

Utilizando os "três tempos"

 

Folheando nos meus tempos

No tempo que a vida passa

Vejo que o tempo sem graça

Está preso de movimentos

 

No tempo dos desalentos

Neste livro ali bem perto

Está há tempos no deserto

Sem tempo para lamentos

 

Dos tempos esta mistura

Nenhum deles é igual

Daí aquela figura

Deste grande temporal

 

 

 

 

publicado por severino às 13:20

há um senhor que vive aqui perto de mim que, todos os dias, quando me vê sair de casa para ir comprar o jornal me faz dois ou três versos e me deseja bom dia. quando li o poema, lembrei-me (:
Rita a 25 de Julho de 2010 às 02:00

mais sobre mim
Julho 2010
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9

11
12
13
15
17

18
19
20
21
22
23
24

27
28
29
31


pesquisar
 
blogs SAPO