Julho 26 2010

 

Quero o que quero e não quero

Escolho, escolhendo o escolhido

Ainda assim quando me esmero

Nada disto faz sentido

 

Vivo neste labirinto

Desta vida em confusão

Procurando solução

No desnorte que hoje sinto

 

Estou sempre no lado errado

Num dos campos do destino

Na condução não domino

Um barco já naufragado

 

Num caminho sem traçado

Arrisco à sorte na vida

Não lhe vislumbro saìda

Estou neste espaço encerrado

 

Com dias em noites escuras

Sem aurora e madrugada

Num outono de loucuras

Em luta do tudo ou nada

 

Noites de insónias, cansado

É tarde quando adormeço

Numa cama de ilusão

 

Esperando um novo fado

Num amor que nunca esqueço

Apesar da solidão

 

                                           Semana feliz

                                                                 Abraços

                                                                                      j/severino

 

 

 

publicado por severino às 10:37

Estando a fugir, do fugitivo fugi,
Que se de ser primitivo, me deixa permitir,
Não sabendo como sorrir, lá sorri,
Que também nada tendo, com nada me posso divertir,
Com um caos caótico,
Que parece até estranho isto dizer,
Porque se este verso não é robótico,
Porque ainda não o deixaram fazer...
Que robots assim nascem,
Que nos roubam toda a nosas alma,
E se mais tarde jazem,
Jazem, bem perto da nossa palma...
Ai robots, que nos controlam...
Que são tão injustos e impostores,
São eles que nos roubam,
Armados em senhores...
Ai robots... que se nos comem por dentro,
E até nas nossas veias nos cosomem,
Atacam-nos bem no nosso centro,
Por onde menos podemos, é por onde eles mais comem,
E neste vaguear de robots saltitantes,
Que vão trocando o seu lugar,
O que vem agora, é pior do que o que estava antes,
Pois tem mais força e forma de roubar...
E que faremos nós,
Com robots tão desenvolvidos,
Se não ouvirmos a sua voz...
Também ficaremos comidos...
Ai estes robots que nos superam,
E estão bem no alto das nossa vidas,
Que entre eles não enterram,
Pois cada vez estão com costas mais destemidas,
Nós que nada podemos continuamos a trabalhar,
Para que outros aproveitem esta bondade,
E se algo lhes estamos a dar,
Não é por bem é por obrigatoriedade...
Que bem longe deles queráimos fugir,
E para eles não descontar,
Porque se ficam os ricos a rir...
De um pobre que mal consegue trabalhar...


Não sei se gosta, mas foi o que me saiu assim de repente ao improviso...

Cumprimentos, e obrigado por ter visitado o meu blog

Rodrigo Silva
Rodrigo Silva a 6 de Agosto de 2010 às 22:02

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