Agosto 24 2010

Encontrei-te junto ao mar

Ao sabor da maresia

Numa noite de luar

Num manto de fantasia

 

Esperei-te num tormento

Numa brisa quente ou fria

Em viagem como o vento

Sem rumo, em meré vazia

 

Com o mar como horizonte

Num belo luar de agosto

Vi reflectido o teu rosto

Em água da minha fonte

 

Tu és Sol em noite escura

Neste bréu da minha vida

És água nesta secura

Na chama da fé perdida

 

Neste tempo , um pouco tarde

Ainda bem que te guardei

Num amor que ainda arde

Nesta esperança que inventei

 

É dona da Natureza

Em tanta paz que irradia

na presença em seu redor

 

Põe no ar tanta beleza

Que transforma em simpatia

Da sua essência de amor

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 09:38

Que poema lindo meu amigo! Com a singeleza de um amor que se sente puro... Adorei!
Um abraço
Rosinda
Rosinda a 25 de Agosto de 2010 às 13:57

Olá amiga
Só hoje e já noite, tive um pouco de mais tempo livre, para lhe agradecer a sua visita.
Tenho apreciado, muito do que escreve tambem em poemas, pena é que não o faça com mais frequência.
De vez enquando práqui remendo uns versitos, onde permaneço mais tempo é nos jornais on-line onde dialogo sobre noticias.
Obrigado e um abraço
volte sempre.
severino a 26 de Agosto de 2010 às 21:52

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