Setembro 17 2010

Com a chegada do Outono

Chega a paz à minha Ria

Isto do seu a seu dono

Trás de volta a alegria

 

Assim ao amanhecer

Há vida por todo o lado

Até o Mar azulado

Parece cheio de prazer

 

Estou de volta à Jangada

De regresso ao Paraíso

Longe da vida agitada

Que só nos dá prejuizo

 

Nas brisas frescas da tarde

Neste tempo, fim de verão

Com um Sol que ainda arde

Com nuvens em vermelhão

 

Na fresquinha maresia

Das águas em movimento

Velas ao sabor do vento

No rumo da fantasia

 

São sonhos de juventude

Desfraldados quase à sorte

Vividos na latitude

De ventos quadrante Norte

 

Velhas folhas de partida

Mais uma renovação

Em mais um ciclo de vida

Na primavera aí estarão

 

Nesta vida em baixa-mar

Com tanta paz quem diria

Tantas aves a cantar

Acabo em maré-vazia

 

 

 

publicado por severino às 12:26

Olá Severino!
É visível no seu poema o gosto pelo sossego e paz da sua Ria.
Aproveite pois e tenha então um bom fim de semana...
Um abraço
Rosinda
Rosinda a 17 de Setembro de 2010 às 20:52

Olá Boa Amiga
Este verão tem sido um inferno autêntico, muito calor e o Sul todos os anos a bater records. Os Espanhóis aqui no sòtavento são por demais ano após ano.
Felizmente já aliviou de uma forma aceitável.
Retribuo o resto de bom fim de semana

Um abraço

severino a 18 de Setembro de 2010 às 19:36

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