Setembro 24 2010

 

 

Sou viajante no Tempo

Com capa de peregrino

Viajo em asas do vento

Na rota do meu destino

 

Percorro Vales e Montes

E Estradas em correria

Bebo Água em todas as Fontes

Mergulhado em Fantasia

 

Em sonhos de Amor ausente

Com este Luar de Agosto

Imagino esse teu rosto

Tão Meigo, Triste e Carente

 

Contigo no pensamento

Tenho o peso da saudade

Que me estorva o movimento

E me rouba a felicidade

 

Vivo nesta teimosia

Neste rumo sem destino

Onde nada faz sentido

 

Numa promessa vazia

Que trago desde Menino

Neste percurso perdido

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 22:01


Olá Marta

Escrevo sempre de Improviso
Muitas vezes no momento
Sem ponderar se é precizo
No rigor do pensamento

Por vezes a contradição
É fácil de detectar
Sempre que em primeira mão
Nesses temas meditar

Tudo escrevo sem rascunho
Neste discurso directo
As teclas são testemunho
Do que escrevo em concreto

Muitas frases são forjadas
Algumas delas vazias
Inxadas de fantasias
Que não são práqui chamadas

Tenho disso a consciência
Gosto assim de versejar
Sem jeito nem paciência
Da coerência aprofundar

Obrigado pela visita

Espero que esteja mais conformada ,pela ausência do filho. Não poderá esquecer que ele deve sentir-se feliz e realizado, dono do seu destino.
Por falta de tempo não comentei aquele seu Post, onde se lamentava dessa ausência. Como também sou um pai galinha, revi-me nessa situação porque em minha casa já passámos duas vezes, com a mesma dimensão e sofrimento, que curiosamente nunca tinha visto descrita. Creio que muitos pais que a leram, reviveram e lembraram as suas experiências nesse acontecimento..

Feliz Semana
j/severino



s
severino a 26 de Setembro de 2010 às 21:01

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