Setembro 30 2010

 

 

Sou da Noite Companheiro

Ela é minha confidente

É dela esta Semente

Do meu signo marinheiro

 

Navego na tempestade

Na vida que Deus me deu

Na Noite desta Saudade

Em que nunca amanheceu

 

Noite escura como bréu

Que não conheceu aurora

Quase sem Estrelas no Céu

Estou com ela a toda a hora

 

Neste Mar de sofrimento

Mergulhado em solidão

Ela esconde o meu tormento

No seio da escuridão

 

Esta noite sem Luar

Bem fria quase gelada

Que tenho por companhia

 

Nesta Ria à beira mar

De esperança, já condenada

Deixa-me a Alma vazia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 00:08

Olá amigo
Tenho estado atento ao seu bom desempenho !
Embora não lhe tenha deixado nada escrito, tenho acompnhado os seus trabalhos, com muito agrado.
O Amigo e a incansável Azoreana são de uma hiperactividade sem limites e ainda bem.
São e Eco dessas lindas Ilhas, que nos chega da imensîdão do Atlântico..

Um abraço
j/severino
severino a 2 de Outubro de 2010 às 11:51

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