Outubro 31 2010

Sou do orvalho uma gota

Da planicie Alentejana

Dei à costa em Manta Rota

Transitei no Guadiana

 

Descanso agora na Ria

Condenso de madrugada

Evaporo durante o dia

No porão desta jangada

 

Nas gotas em meu redor

E no sal que as tempera

São diferentes pra pior

Não regam na Primavera

 

Sou gota na solidão

Diferente nesta orvalheira

Na Ria que tanto invejo

 

Vivendo nesta ilusão

De uma gota passageira

nascida no Alentejo

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 11:37

Porque és, Alentejo, tão amado?
Como eu gostaria de saber.
Raízes do meu passado?
Saudades do seu viver?
Minha mãe que aí nasceu
Seu amor nos transmitiu
Hoje tu também és meu
Como posso não te querer?
Há muito que te não vejo
E a saudade faz doer
Como eu te amo Alentejo!
rodrigando a 31 de Outubro de 2010 às 13:19

Olá Adélia

Um pouco por todo o lado
Saidos um pouco à Sorte
Alentejano emigrado
Uns a Sul outros a Norte

Há sempre alguém ascendente
Que não esquece a ligação
Nos seus lança essa semente
De sublime adoração


Um abraço
j/severino






severino a 3 de Novembro de 2010 às 10:58

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