Outubro 31 2010

Sou do orvalho uma gota

Da planicie Alentejana

Dei à costa em Manta Rota

Transitei no Guadiana

 

Descanso agora na Ria

Condenso de madrugada

Evaporo durante o dia

No porão desta jangada

 

Nas gotas em meu redor

E no sal que as tempera

São diferentes pra pior

Não regam na Primavera

 

Sou gota na solidão

Diferente nesta orvalheira

Na Ria que tanto invejo

 

Vivendo nesta ilusão

De uma gota passageira

nascida no Alentejo

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 11:37

Alentejo, que saudade...
Terra que me viu crescer,
E onde amei de verdade,
Alguém que não vou esquecer.
Meu amor da Primavera
Recordo ao envelhecer...
Um abraço
Rosinda
Rosinda a 31 de Outubro de 2010 às 13:04

Faço essas palavras, minhas
Na razão do que hoje penso
Em gotas de orvalho fininhas
Nas noites quando condenso

Evaporo no sol nascente
Estou de regresso Jangada
Nesta solidâo crescente
De noites sem Madrugada

Estou nesta gota envolvido
Vivo nela em mutação
Se condenso estou perdido
Se evaporo,... na solidão

Enquanto for condensando
Na gota alguma esperança
No orvalho desta vivência

Num milagre acreditando
No sonho de uma criança
Na sua Bela Inocência


Boa semana
Um abraço
j/severino



severino a 2 de Novembro de 2010 às 10:55

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