Junho 03 2011

A vaidade tem limite

A arrogância também

Sempre que não evite

As ofensas a alguém

1-

Insistir ou reafirmar

Essa prática vigente

No que disse e no que sente

Vem isso mesmo atestar

Dentro dessa teimosia

Que persiste tadavia

De uma forma coerente

Sem que dúvida suscite

Parece um pouco demente

 E...A vaidade tem limite !

2-

È jogo de "cabra cega"

E próprio de quem não nega

Nem tem arrependimento

De tanta ofensa contida

Presente no sentimento

À vista, não está escondida,

Ei-la sempre apregoada

Não pôe na boca de outrem

Por isso aqui censurada

A arrogância também

3-

Continuar nesse caminho

Ou seguir outro pondera

No sentimento mesquinho

Nesse seu "dom" desespera

Mas Esse diz, não altera

Mesmo com olhos vendados

Não vê aí passos mal dados

Ainda que não exite

A maldade nos recados

Sempre que não evite

4-

Os "Eus"por metro quadrado

Num alguém quando o assume

É a "fogeira" sem lume

De auto retrado ampliado,

Não cabe nesta moldura

Por excesso de vaidade

Em falta nessa mistura

está ausente a humildade

São férteis nessa figura

As ofensas a alguém

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 11:05

Maio 25 2011

 

 

"Astro" fosco, embriagado

Que provoca temporais

Deixa  meu mar sossegado

Vai te e não voltes mais

 

 

Deixa me só, no meu cais

Se podes, passa me ao lado

Leva contigo, os teus ais

"Astro" fosco, embriagado.

 

No teu estilo de vingança

Há sempre ofensas formais

Ès mestre na liderança

Que provoca Temporais

 

Por isso,esse teu norte

Que tanto tem fustigado

As muralhas do meu forte

Deixa o meu mar sossegado 

 

"Auto nobreza" elevada

Reinante nos pedestais

Ocupa a "nave dourada"

Vai te e não voltes mais!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 11:10

Maio 10 2011

Hoje passei por aqui

Dei mesmo uma corridinha

Ao que atrazado não vi

Encontrei a ladainha

De tanta provocação

Não dominei tentação

Nesta resposta à "Rainha

 

Na raiva que vi espalhada

Latidos sempre em rotina

Nos genes bem fermentada

Ao estilo de raça canina

Que o seu génio não domina

Nessa maldade estafada

 

Se pensas que tropessei

No manto que tu inventas

Nas pedras que tu sustentas

Tens tu na cabeça, eu sei

Tu julgas a própria lei

Sempre a ofensa, acrescentas

 

Porem sempre te lamentas

Agrides quem por ti passa

Vai morder na tua raça

Com tuas garras sedentas

Nesse veneno que é teu

Deixa de franzir as ventas 

Vai morder quem te mordeu!!!

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 22:53

Abril 18 2011

 

Este Domingo, cinzento

Com vento, vindo do Mar

Provoca-me o sentimento

Na vontade, Pra rimar

 

Vento forte, em temporal

Em tempo, de Primavera

Neste Domingo Pascal

Até eu, não sou quem era

 

 

Na vigia, do meu Forte

Ouço o vento, que assobia

E vejo as ondas, do Mar

 

Deito saudades, à sorte

Que vão, nas marés de Ria

Na esperança, de as afogar

publicado por severino às 00:22

Março 17 2011

Sou de barato na vida

Trocado por um Vintém

Fruto de folha caida

Com nome de Zé Niguem

 

Minhas tarefas cumpridas

São pragas e maldições

Com o corpo cheio de feridas

Da loucura das Paixões

 

Nas raivas já recolhidas

Tenho sido de tudo um pouco

Sou espuma dessa fervura

 

Com queimaduras sofridas

Das fúrias de um Mundo Louco

Em que tu própria figuas

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 23:18

Março 03 2011

 De que Galáxia, desceste

 De que Planeta inventado

Que de Deus é ignorado

Na perfeição que elegeste

 

Deus falhou nessa missão

Dessa "bela Arquitetura

Que tu dizes ter à mão

Milagre?...Ciência Pura?...

 

Talvez esteja tudo errado

Tuas mãos, tensas, ferozes

Elimina esse passado

Mesmo que te surdem, as vozes

 

Ergue então um Mundo Novo

O que Deus não foi capaz

Convence também o Povo

Que transforme a Guerra em Paz

 

Queimas os Versos, Banais

Molda tu, essa estrutura

Edita "NOVOS,ESPECIAIS"

Com tua "marca e escritura"

 

 

E a quem te saia ao Caminho

E te impessa de implantar

O teu modelo perfeito

 

Vai... suplica-lhes, Baixinho

Não vão eles rebeldar

Depois faltam-te ao respeito!

 

 

 

publicado por severino às 22:49

Março 01 2011

 

 

Mais um dia de encantar

Com um Sol de Primavera

Nesta Ria à beira-mar

Onde a natureza impera

 

Parecem num balouçar

As marés da minha Ria

Maré-cheia, baixa-mar

Todo o sempre, noite e dia

 

Num vai vem, que não descansa

Sem folgas, nem dias Santos

Porém, sem perder a esperança

Há vida em todos os cantos

 

Deito Saudades na Ria

Que as águas levam pró Mar

Tão cheias de Fantasia

Deixam ondas a brilhar

 

 

Em noites de Lua cheia

Em horas de baixa-mar

Parto, cheio de ilusão

 

Vou procurá-las na areia

Na esperança de as encontrar

Envoltas numa oração

 

publicado por severino às 22:15

Fevereiro 26 2011

Não basta só ver !!!

E esta dor que não se vê,?

Mas que se sente !

E entender,

Este porquê

E ver quem mente!

 

 

O chicote que não verga e não descansa

Quase sempre muldurado ou decorado na ofensa

No ódio desse estilo de vingança,

E serei obrigado a adotar, como pertença ?

 

...Jamais eu deixarei  de o sentir

Na liberdade onde o espaço me pertença

Que outrem, pela força  me convença

Retirar, a minha própria forma de existir ?

 

 

Não é meu propósito...voar !

Ou subir alto, a todo o custo pra BRILHAR

Porque jamais quiz ser, o que não sou

 

Isso sim, sinto essa forma tão rude de humilhar

Quando utilizas imagens "Caninas a uivar"

Esse "cego" e "louco" que nuca te mal tratou!?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por severino às 19:33

Fevereiro 20 2011

Errata: Onde se lê "Não nos dar qualquer aviso, de ler-se "Não nos dão qualquer aviso"!

publicado por severino às 11:44

Fevereiro 20 2011

Larguei do porto de abrigo

Terminada a tempestade

Com temporal não consigo

Navegar com liberdade

 

Das nuvens negras de então

Só restam no horizonte

Farrapos, soltos a monte

Que por certo, voltarão

 

Os "Deuses" dos temporais

Muitas vezes de improviso

Em ondas, contra os murais

Não nos dar qualquer aviso

 

 

Navego com terra à vista

Nesta jangada "batida"

Dessa tão forte tormenta

 

Num sonho dessa conquista

Deste meu estilo de vida

Que só um ingénuo, alimenta

 

 

publicado por severino às 10:38

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